quarta-feira, 18 de março de 2009

Entender o IPv6-Estado da arte

"A massiva popularização da Internet trouxe um problema grave, que é a escassez de endereços disponíveis. Parte disso se deve à má distribuição dos endereços IPs actuais, onde algumas empresas possuem faixas de endereços classe A inteiras, fazendo com que grande parte dos endereços disponíveis simplesmente não sejam aproveitados.
Para início de conversa, 32 bits equivalem a nada menos do que 4.294.967.296 combinações. Destes, pouco mais de 3.7 bilhões de endereços são aproveitáveis, já que (entre outros) os endereços iniciados com 0, 10, 127 e de 224 em diante são reservados.
Além disso, a maior parte das faixas de endereços de classe A, que englobam as faixas iniciadas com de 1 a 126 são propriedade de grandes empresas, que acabam por utilizar apenas uma pequena faixa deles. Por exemplo, apenas a HP, sozinha, tem direito a duas faixas inteiras, uma ganha durante a distribuição inicial das faixas de endereços IP classe A e a segunda herdada com a compra da DEC. (...)
Um dos factores que vem reduzindo a pressão sobre os escassos endereços disponíveis é o uso do NAT.(...) Apesar disso, o NAT não é a solução para tudo. (...)
Chegamos então ao IPv6, que promete colocar ordem na casa, oferecendo um volume brutalmente maior de endereços e uma migração suave a partir do padrão atual (IPV4). Embora só recentemente o tema tenha ganho popularidade, o IPv6 não é exactamente um projecto novo. O padrão vem sendo desenvolvido desde 1995, (...) Entre os dois existiu o "IPV5", que era uma padrão de streaming que nunca chegou realmente a ser usado."

Esta informação foi retirada do site http://www.gdhpress.com.br/redes/leia/index.php?p=cap4-8, onde podes obter informação mais detalhada.

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